sexta-feira, 22 de abril de 2011
Esporte
“Nem sempre a cobrança vai chegar ao gol. A gente conversa sempre antes das cobranças e achamos melhor fazer uma jogada ou o Ronaldinho cobrar direto. Ele nos deu o título dessa forma. Quem assiste aos treinamentos, sabe que é um grande jogador e bate muito bem na bola”, defendeu Renato.
Foto: VipcommAmpliar
Ronaldinho festeja o gol contra o Boavista que garantiu o título da Taça Guanabara
Apesar de se sentir satisfeito com a idolatria da torcida, Renato faz questão de dizer que as vaias que vêm da arquibancada não atingem apenas um alvo específico, mas todos os jogadores que estão em campo. Elas, inclusive, podem servir de arma para o adversário durante o jogo.
“Se eu estou vendo um jogador adversário ser perseguido pelos seus torcedores, vou tentar me aproveitar disso para ajudar o meu time”, comentou Renato. “Quando eu voltei ano passado, também fui vaiado. Leonardo Moura também já foi. O torcedor, às vezes, quer um algo mais e não é correspondido. Mas o Ronaldinho tem a confiança do grupo e do treinador. Ele é um fora de série e vai nos ajudar como aconteceu na Taça Guanabara”.
No Fla-Flu deste domingo, às 16h, no Engenhão, que vale uma vaga na final da Taça Rio, Ronaldinho Gaúcho terá a chance de recuperar o prestígio perdido. O pênalti desperdiçado no empate em 1 a 1 com o Macaé e a má atuação diante do Horizonte-CE (1 a 1) ainda não foram digeridos pelos torcedores.
“A individualidade nem sempre vai sobressair. Temos de levantar a cabeça, não se abater. O bom do futebol é isso, que tem sempre o próximo jogo para se recuperar. Vem mais uma prova importante pela frente. O que passou, passou, não tem que ficar lembrando. É corrigir para que não aconteça novamente no Fla-Flu”, afirmou Renato.
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