terça-feira, 26 de abril de 2011
Meu Povo vamos Acorda" A solução esta nas suas Mãos"
Eu, sou Natanael Menezes tenho participado da politica de nosso pais,e cada dia que passa, fico mais decepcionado com o povo Brasileiro, é um povo inteligente, é tudo de bom, gosta de ajuda os outros quando estão em situações dificeis porém, acomodado, não gosta de falar de politica, é como se eles vivessem sem a politica, o que não é possivel, pois a politica rege a nossa vida, em varios segmentos como por ex: na Saúde, no Transporte, na Habitação, na Segurança, no Meio Ambiente, ou seja em tudo, mais infelizmente o povo haje como se não estivesse nem ai, com o que esta acontecendo ao seu redor, porque não esta acontecendo com ele, ai surge aquela palavrinha, "não é comigo, os outros que se dane" , mais quero dizer pra estas pessoas, tudo o que acontece com seu visinho depois reflete para você mesmo, vou te dizer como isto acontece, quando acontece um roubo na casa do seu vizinho mesmo que haja vitima ou não, e o deliquente ou melhor o ladrão for preso, você paga pra mante-lo na cadeia, e o custo por cada preso é de R$ 1.500,00 que o estado gasta todo mês, e é você quem banca este valor, como assim? atraves de impostos, não pense que o governo gasta do bolso dele, logico que não, é atraves dos impostos que você paga, outra situação da qual você paga é, quando acontece um entupimento de um bueiro, e a chuva cai alagando toda uma cidade causando o maior transtorno, as ruas são destruidas, casas demolidas, pontes e muitas outras coisas, e depois o governo tem que reconstrui tudo de novo, e isto custa milhões de reais para os cofres publicos, só, que este dinheiro é nosso, ou seja, meu e seu, são dos imposto que pagamos para o governo.
Hoje dia 26/04/2011, eu estava assistindo o telejornal da globo, o bom dia Brasil, e passando uma reportagem da chuva que caira na cidade do Rio de Janeiro, que durou aproximadamente 4 horas de chuva, tudo o que era esperado para o mês inteiro caira em apenas 4 horas, fazendo o maior estrago na cidade, cidadãos com agua até o pescoso, carros arrastados, casas, avenidas alagadas, e o caos estava feito, o povo dormindo na rua sem ter pra onde ir, porque não havia onibus, taxis, pois os mesmo não tinha como se locomover, foi neste momento que a reporter entrevistou uma jovem com um animal de pelucia, e a mesma falou do caos e depois a jovem terminou dizendo, não tem mais o que fazer. E eu vou dizer no lugar dela, que tem como evitar essas tragédias? é só usar a inteligencia que todos tem, e começar fazer a Diferença. O povo brasileiro só esta passando por estas situações, porque ainda não se posicionou como deve, veja só, reclama quando as coisas acontece, quero lembrar a todos que de 4 em 4 anos nós vamos as Urnas, e elegemos os nossos representantes Politicos, para que eles nos represente e nos proporcione uma vida melhor, apresentando projetos que visam melhorar a nossa cidade e mante-la bem cuidada, limpas, bueiros conservados, na Saúde com medicos suficintes para atender a população, e medicamentos para familias de baixa renda, na Segurança, os policiais bem preparados para atender a população, Habitação para todos, Saneamento Basico, e Rede de esgoto para todos, só que nada disso eles tem feito, só estão preocupados em como aumentar seus Salarios, e mais beneficios, o que mais se vê é que, as pessoas estão sofrendo nas filas de Hospitais e até mesmo morrendo, por falta de medicos e medicamentos, tambem aparelhos hospitalares comprados sem ser utilizados, que estão pra ser sucateados, olha, são enumeros os relatos do que acontece em nosso pais, verdade é, nós assistimos e depois esquecemos e fica tudo bem, no outro dia a chuva cai novamente e volta acontecer tudo de novo, passa anos e mais anos, e assim os politicos vão ficando cada vez mais ricos, enquanto o povo morre de fome, fica doente, em fim, se eu for falar tudo, olha, vai dá um jornal com varias paginas. Sabe eu só quero chama a atenção de você leitor, nós que temos o poder nas mãos, só não estamos sabendo como usar, e é muito simples, vamos cobra os politicos que nós o elegemos, se nós não tomar-mos nenhuma atitude agora as coisas vai piorar, Eu quero chamar Você para fazer a Diferença. Você não troca a roupa quando esta suja? todo mundo troca, então vamos trocar todos os puliticos que estão envolvidos em Mensalão, em Desvio de dinheiro, pois eles não estão preocupado comigo e nem com você, e se os outros politicos tambem não fizerem nada, vamos troca-los, é assim que é feito num jogo de futebol, quando o jogador não esta fazendo sua parte, o tecnico vai e Troca, e coloca outro para resolver a situação, Nós somos os Tecnico dos Politicos do Pais, se os politcos não querem trabalhar por nós, então cabe a nós troca-los também Ok, estamos chegando em mais um ano Politico, desta vez vamos eleger Vereadores e Prefeitos, por isso vejam os atuais o que os Vereadores e Prefeitos de sua cidade estão fazendo para melhor, faça sua analize e se precisar vamos Trocar, depois eu vou te dizer a todos, como sua Cidade mudou e pra melhor, o nosso Estado e nosso Brasil concerteza vai melhorar e muito, Só precisamos tomar a nossa Posição.
Obs: Vou dizer uma coisa sem medo de errar, quando nós tomar-mos essa atitude com os atuais Politicos, os proximos vão pensar muito antes de fazer qualquer besteira em seu beneficio.
Vamos Fazer a Diferença, Vamos Fazer a Diferença, Vamos usar a nossa Inteligencia.
Natanael Menezes - EDUCAÇÃO É A SOLUÇÃO E VOCÊ TEM O PODER NAS MÃOS
domingo, 24 de abril de 2011
O SUS / e a Saúde Publica pede Socorro
Sem financiamento adequado, o SUS se vulnerabiliza com recursos humanos precarizados e estrutura deficiente
A categoria médica, que reúne 350 mil profissionais, tem uma pergunta a fazer aos gestores, tomadores de decisão e à sociedade em geral. Afinal, qual o futuro da saúde brasileira? Em 1988, o país viu nascer o SUS, esperança de atendimento universal, integral, gratuito, hierarquizado e descentralizado para todos os brasileiros. No entanto, o modelo não evoluiu com velocidade necessária. Essa estagnação coloca-o em risco. Para garantir novos avanços, faz-se urgente repensá-lo dentro de novas bases.
Os problemas se acumulam: o crescimento da população e seu envelhecimento, bem como a mudança do seu perfil epidemiológico, os avanços científicos e tecnológicos e das próprias relações sociais exibem fatura que aumenta a cada dia. Sem financiamento adequado, o SUS se vulnerabiliza com recursos humanos precarizados e estrutura deficiente, deixando a população à mercê de uma assistência pouco resolutiva.
Estarrecidos, acompanhamos a aparente inércia dos responsáveis pela assistência diante da falta de recursos para o SUS, do desaparelhamento da rede hospitalar, da desregulação que permeia a convivência de médicos, usuários e planos e operadoras de saúde, e da ausência de políticas adequadas para a área de recursos humanos. Neste momento, com a saúde à beira do abismo, fazemos mais um alerta à nação.
Parte da solução pode vir da regulamentação da Emenda Constitucional 29. Mas a demora em aprovar a regra tornou o Brasil a sede do sistema universal de acesso à saúde com menor financiamento público. Em 1995, de todo o dinheiro que se gastava com saúde no Brasil, 62% eram de origem pública (da União, dos estados e dos municípios) e 38% era privado. Já em 2009, a proporção do gasto público havia minguado para 47% e o setor privado já era responsável por 53%. O contraste é grande ao compararmos nossa situação com a de países europeus, que destinam, em média, 8% de sua riqueza nacional à saúde. No caso do Brasil, essa vinculação fica em torno de 4%.
Esse cenário traz consequências danosas e reconhecidas à assistência desejável à saúde do povo brasileiro. O caos se materializa nas emergências, sempre lotadas, que se tornam porta de entrada dos problemas de saúde que dependeriam de cuidados no campo da atenção básica, secundária ou da alta complexidade.
Na saúde suplementar, a ameaça nada sutil aparece de outras formas. A interferência de planos e operadoras do setor colocam o exercício ético da Medicina em concordata. Levantamento recente da Associação Paulista de Medicina (APM) mostra que mais de 90% dos médicos denunciam como descabida a pressão das empresas no atendimento aos pacientes. Por outro lado, há a defasagem das tabelas de procedimentos que tem gerado insatisfação entre os profissionais.
Permeando os problemas que se acumulam nas áreas pública e privada, está o descaso geral com relação aos médicos. Os profissionais penam com honorários defasados, precarização dos vínculos empregatícios e estrutura de trabalho inexistente. Enfim, o silêncio dos gestores diante desse quadro repercute na autoestima da categoria, em busca de sua valorização.
As questões elencadas não querem calar e nos inquieta saber que a falta de ações efetivas para respondê-las deixa a todos os brasileiros sem uma perspectiva real de futuro no campo da saúde. Afinal, o que esperamos em 10, 20, 30 anos: sofrer com orçamentos insuficientes e restritivos? Ver os vazios assistenciais no interior e as áreas de difícil provimento nas metrópoles ainda sem médicos e outros profissionais da saúde? Encarar a mercantilização da saúde conduzida pelas operadoras? Esperamos em outros outubros nossa ansiedade esteja aplacada e possamos, juntos, realmente comemorar o Dia do Médico e a vitória do interesse coletivo na gestão da saúde brasileira.
Saúde / Educação / Segurança e Habitação
Aparte de agora estarei realizando varias Matérias sobre os assuntos acima mencionados para que junto com você leitor / internautas possamos realizar Debates e busca uma solução juntos, e poder ajudar as familias mais carentes que estão em maior numeros e sofrendo com a falta de apoio dos governantes Municipais, Estaduais e Federal, essa troca informações será de suma importancia para uma conclusão mais precisas, por isso é necessário e importantissima a sua Participação.
.Saúde - No Brasil, hoje, a saúde é um dos direitos humanos do povo brasileiro. Como garantir o direito à saúde do povo brasileiro? Nós ouvimos que a saúde é um direito complexo, envolve o direito a completo bem-estar físico, o direito ao completo bem-estar social e o direito a não ficar doente. Isso significa, portanto, que o direito à alimentação é um direito envolvido no direito à saúde, porque eu preciso estar fisicamente bem. Assim como o direito ao abrigo está envolvido no conceito de saúde. A proteção contra o “stress” e a segurança no trabalho também são aspectos do direito à saúde porque, se saúde é o completo bem-estar mental, eu preciso ter segurança, não só a segurança do trabalho de que eu não vou ser mandado embora amanhã. Preciso também de um trânsito melhor para que eu não perca tanto tempo, não fique estressado e tenha então um completo bem-estar mental. Eu preciso ter possibilidade de vida em família, preciso ter lazer para ter saúde. Além disso, tenho o direito de não ser contaminado, e se perder a saúde, tenho o direito a ser tratado. Tudo isso é requisito para que eu tenha saúde. Eu não posso reivindicar saúde como apenas ausência de doença. Tenho de ter bem claro que saúde é também bem-estar físico, mental e social, e não só ausência de doença.
Como garantir isso? Basicamente pela conscientização dos indivíduos. A população consciente sobre tudo que é saúde e quem vai reivindicar, organizar-se para lutar pela saúde. E o Estado vai responder à reivindicação sanitária. A população precisa estar consciente a se organizar para conseguir que o Estado responda a essa luta organizada na área específica.
Ora, o Estado tem a obrigação de oferecer serviços acessíveis a toda a população e serviços que resolvam o problema, serviços eficazes, eficientes. Deve-se lutar pela responsabilização do Estado em todos os aspectos da saúde, e não apenas numa área específica, uma vez que a saúde envolve também aspectos individuais. É necessária então a conscientização do indivíduo por meio de uma atividade muito séria, constante, de educação sanitária. Como a saúde envolve também aspectos de desenvolvimento, como o nível de saúde que seu desenvolvimento econômico permita. Necessita-se portanto, da conscientização da população para garantir o direito à saúde, fazendo com que ela participe na orientação do desenvolvimento para que ela envolva o direito à saúde.
Concluindo, a conscientização é imprescindível para a realização dos direitos à saúde. Logo, o direito à saúde deve ser destituído sempre, em todos os níveis, inclusive na escola. Gostaria de terminar lembrando o preâmbulo da Declaração Francesa dos Direitos de 1789: “A ignorância, o esquecimento ou desprezo dos direitos do homem são as únicas causas da infelicidade pública e da corrupção dos governos”. Por esse motivo quero chamar sua atenção vamos lutar pelos nossos direito, temos que fazer com que os Governos Municipais, cobre dos Governos Estaduais que por sua vez cobre do Governo Federal, olha não adianta fica só se lamentando é preciso mostrar a nosso indignação quanto a atual situação, sabe chega é hora de arregaça as mangas e Lutar, veja como esta o Vereador, o Deputado Estadual / Federal eles estão buscando verbas para serem aplicadas na Saúde? não então chegou a Hora de Trocar, finalizando os Politicos são que nem Roupa suja, não fez nada pelo povo troca, é assim a roupa quando esta suja troca-se.
Sesi ignora pressão cruzeirense, é campeão e quebra tabu de 6 anos
Fotos
Sesi vence Cruzeiro e é campeão da Superliga Masculina
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Um ginásio lotado com uma torcida que já se mostrou eficiente na pressão psicológica não foi suficiente para o Sada Cruzeiro neste domingo. No Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, o Sesi venceu a final da Superliga Masculina por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 19/25, 27/25 e 25/17, e conquistou um título inédito para o clube paulistano. Em um jogo equilibrado, a equipe mostrou força no quarto set para surpreender o rival e garantir a taça.
O resultado quebra um tabu de seis anos de equipes paulistas na Superliga Masculina de vôlei. O último campeão do estado foi o Banespa/Mastercard na temporada 2004/2005. Além da partida deste domingo, o Sesi havia vencido o Sada Cruzeiro nos dois duelos da primeira fase da competição.
A conquista coroa a excelente temporada da equipe de São Paulo, que terminou a primeira fase com a melhor campanha e passou por Medley/Campinas e Vivo/Minas na semifinal. Comandada pelo ex-jogador Giovane Gávio, o time foi liderado por estrelas como Murilo, eleito melhor jogador do mundo, o líbero Serginho e Thiago Alves, que conquistou seu quarto título consecutivo (foi campeão três vezes pelo Cimed).
O Cruzeiro, por sua vez, fez a terceira melhor campanha da Superliga Masculina e bateu o Pinheiros/Sky nas quartas de final. O ponto marcante da temporada foi a semifinal, quando o time se envolveu em grande polêmica no duelo com o Vôlei Futuro. A torcida implicou com o central Michael, que é homossexual, manifestação considerada homofóbica pela diretoria do time de Araçatuba.
O duelo com o Vôlei Futuro foi realizado em Contagem e, para a decisão em Belo Horizonte, uma pressão ainda maior era esperada. Apesar de mais de 17 mil pessoas terem comparecido ao jogo, o Sesi desequilibrou no quarto set, disparou no marcador e minou as reações do time mineiro. Os destaques do campeão na final foi Thiago Alves, que deixou a quadra com câimbras, e Wallace, eficiente no ataque.
O jogo - Aos gritos de "Cruzeiro, Cruzeiro", Sesi-SP e Sada Cruzeiro entraram em quadra para o duelo final da Superliga masculina. No primeiro set, o time paulista abafou o canto da torcida e o oposto Wallace Souza, que virava a bola em cada oportunidade que tinha, se destacou.
Inspirado, o outro Wallace, o Martins, dava as cartas na primeira parcial, conduzindo o Sesi. Apesar de início bastante equilibrado, os comandados de Giovane Gávio estavam em sintonia na defesa e apostando no contra-ataque, apagando o Cruzeiro do outro lado. Com ataque do oposto no fundo de quadra, o Sesi fechou o primeiro set com 25 a 19.
Já no segundo set a história foi bastante diferente. O Sesi abriu o placar, mas o espírito lutador da primeira parcial não estava mais em quadra. Wallace sumiu na partida, enquanto Felipe desencantou e foi o nome do Cruzeiro no segundo set.
Com o Sesi visivelmente desanimado, o Cruzeiro chamou a torcida e embalou no jogo, mantendo a diferença de cinco pontos no placar. Nos últimos minutos do set, a equipe paulista apareceu mais e com ataques de Thiago Alves recuperou a confiança, diminuindo a diferença para dois pontos.
Erros no ataque e uma invasão deram novamente vantagem para o Cruzeiro, que construiu um paredão azul na rede com Felipe e Wallace. Com um ataque para fora de Thiago Alves, o time mineiro devolveu o placar do primeiro set, empatando a partida com 25 a 19, em 26min.
No terceiro set, o Sesi voltou concentrado e comemorando mais em quadra, contrastando com a equipe apática da segunda parcial. No momento decisivo do terceiro set, Murilo apareceu na partida e conseguiu um ataque no fundo de quadra para colocar o Sesi à frente no placar, a dois pontos de abrir 2 a 1. Mas com erros do Sesi e bloqueio do Douglas o Cruzeiro deixou tudo igual, 23 a 23. Sandro virou uma parede na rede e fechou a conta para o Sesi, fazendo 27 a 25.
O nome da quarta parcial foi Vini. O meio de rede parou o ataque cruzeirense e ditou o volume de jogo no Sesi. Com pontos importantes de bloqueio, a equipe paulista construiu um paredão na rede, parando Wallace Souza. No segundo tempo técnico, com o Sesi liderando por 16 a 7, Thiago Alves teve atendimento, por sentir cãibras nas duas pernas.
"Tudo bem, cãibra forte nas duas panturrilhas. Tive que sair, mas eu acredito na galera que está lá dentro. Vamos sair daqui tranqüilo", disse o ponteiro, ao Sportv.
Com sete pontos de vantagem para o time paulista, o ginásio Mineirinho se calou e alguns torcedores deixaram o local, desanimados com o resultado. Apesar da larga vantagem do Sesi, o Cruzeiro esboçou uma reação e diminuiu a diferença, que antes era de 10 pontos, para apenas cinco.
Mesmo com o início de reação do Cruzeiro, o Sesi não deu margem ao adversário e disparou no placar, abrindo 22 a 16. Depois de saque de Murilo, Japa para o ataque do time mineiro e faz 24 a 16. Com bloqueio de Vini, o time paulista fechou a partida em 25 a 17.
Com informações da Gazeta Esportiva
Sesi vence Cruzeiro e é campeão da Superliga Masculina
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Um ginásio lotado com uma torcida que já se mostrou eficiente na pressão psicológica não foi suficiente para o Sada Cruzeiro neste domingo. No Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, o Sesi venceu a final da Superliga Masculina por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 19/25, 27/25 e 25/17, e conquistou um título inédito para o clube paulistano. Em um jogo equilibrado, a equipe mostrou força no quarto set para surpreender o rival e garantir a taça.
O resultado quebra um tabu de seis anos de equipes paulistas na Superliga Masculina de vôlei. O último campeão do estado foi o Banespa/Mastercard na temporada 2004/2005. Além da partida deste domingo, o Sesi havia vencido o Sada Cruzeiro nos dois duelos da primeira fase da competição.
A conquista coroa a excelente temporada da equipe de São Paulo, que terminou a primeira fase com a melhor campanha e passou por Medley/Campinas e Vivo/Minas na semifinal. Comandada pelo ex-jogador Giovane Gávio, o time foi liderado por estrelas como Murilo, eleito melhor jogador do mundo, o líbero Serginho e Thiago Alves, que conquistou seu quarto título consecutivo (foi campeão três vezes pelo Cimed).
O Cruzeiro, por sua vez, fez a terceira melhor campanha da Superliga Masculina e bateu o Pinheiros/Sky nas quartas de final. O ponto marcante da temporada foi a semifinal, quando o time se envolveu em grande polêmica no duelo com o Vôlei Futuro. A torcida implicou com o central Michael, que é homossexual, manifestação considerada homofóbica pela diretoria do time de Araçatuba.
O duelo com o Vôlei Futuro foi realizado em Contagem e, para a decisão em Belo Horizonte, uma pressão ainda maior era esperada. Apesar de mais de 17 mil pessoas terem comparecido ao jogo, o Sesi desequilibrou no quarto set, disparou no marcador e minou as reações do time mineiro. Os destaques do campeão na final foi Thiago Alves, que deixou a quadra com câimbras, e Wallace, eficiente no ataque.
O jogo - Aos gritos de "Cruzeiro, Cruzeiro", Sesi-SP e Sada Cruzeiro entraram em quadra para o duelo final da Superliga masculina. No primeiro set, o time paulista abafou o canto da torcida e o oposto Wallace Souza, que virava a bola em cada oportunidade que tinha, se destacou.
Inspirado, o outro Wallace, o Martins, dava as cartas na primeira parcial, conduzindo o Sesi. Apesar de início bastante equilibrado, os comandados de Giovane Gávio estavam em sintonia na defesa e apostando no contra-ataque, apagando o Cruzeiro do outro lado. Com ataque do oposto no fundo de quadra, o Sesi fechou o primeiro set com 25 a 19.
Já no segundo set a história foi bastante diferente. O Sesi abriu o placar, mas o espírito lutador da primeira parcial não estava mais em quadra. Wallace sumiu na partida, enquanto Felipe desencantou e foi o nome do Cruzeiro no segundo set.
Com o Sesi visivelmente desanimado, o Cruzeiro chamou a torcida e embalou no jogo, mantendo a diferença de cinco pontos no placar. Nos últimos minutos do set, a equipe paulista apareceu mais e com ataques de Thiago Alves recuperou a confiança, diminuindo a diferença para dois pontos.
Erros no ataque e uma invasão deram novamente vantagem para o Cruzeiro, que construiu um paredão azul na rede com Felipe e Wallace. Com um ataque para fora de Thiago Alves, o time mineiro devolveu o placar do primeiro set, empatando a partida com 25 a 19, em 26min.
No terceiro set, o Sesi voltou concentrado e comemorando mais em quadra, contrastando com a equipe apática da segunda parcial. No momento decisivo do terceiro set, Murilo apareceu na partida e conseguiu um ataque no fundo de quadra para colocar o Sesi à frente no placar, a dois pontos de abrir 2 a 1. Mas com erros do Sesi e bloqueio do Douglas o Cruzeiro deixou tudo igual, 23 a 23. Sandro virou uma parede na rede e fechou a conta para o Sesi, fazendo 27 a 25.
O nome da quarta parcial foi Vini. O meio de rede parou o ataque cruzeirense e ditou o volume de jogo no Sesi. Com pontos importantes de bloqueio, a equipe paulista construiu um paredão na rede, parando Wallace Souza. No segundo tempo técnico, com o Sesi liderando por 16 a 7, Thiago Alves teve atendimento, por sentir cãibras nas duas pernas.
"Tudo bem, cãibra forte nas duas panturrilhas. Tive que sair, mas eu acredito na galera que está lá dentro. Vamos sair daqui tranqüilo", disse o ponteiro, ao Sportv.
Com sete pontos de vantagem para o time paulista, o ginásio Mineirinho se calou e alguns torcedores deixaram o local, desanimados com o resultado. Apesar da larga vantagem do Sesi, o Cruzeiro esboçou uma reação e diminuiu a diferença, que antes era de 10 pontos, para apenas cinco.
Mesmo com o início de reação do Cruzeiro, o Sesi não deu margem ao adversário e disparou no placar, abrindo 22 a 16. Depois de saque de Murilo, Japa para o ataque do time mineiro e faz 24 a 16. Com bloqueio de Vini, o time paulista fechou a partida em 25 a 17.
Com informações da Gazeta Esportiva
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