Primeira-dama só não teve pedido de prisão feito por força de liminar do TJ
As investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que embasaram os 20 pedidos de prisão temporária do núcleo de governo do prefeito Hélio de Oliveira Santos, que cruzam depoimentos, escutas telefônicas, quebras de sigilos fiscais e bancários, documentos apreendidos, indicam que no topo da suposta organização que fraudava licitações, superfaturava contratos e desviava recursos públicos por meio de empresas de José Carlos Cepera e outros que se associaram ao grupo, estava a primeira-dama e chefe de gabinete, Rosely Nassim Santos.
Os promotores suspeitam que era ela quem recebia as propinas cobradas nos contratos fraudados de segurança, manutenção e limpeza firmados com a Prefeitura e a Sanasa. A primeira-dama só não teve pedido de prisão solicitado porque está protegida por uma decisão liminar do TJ, que impede a Justiça local de tomar qualquer medida do tipo contra ela. Ontem, procurada, Rosely informou por meio de sua assessoria que não se pronunciaria por não conhecer o teor do inquérito.
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